Elaborado por: Larissa de Oliveira Michelon
Manter a qualidade da água da piscina é fundamental para oferecer conforto aos usuários e, sobretudo, para preservar a saúde pública. O tratamento e o monitoramento adequados reduzem significativamente o risco de doenças e irritações.
Por outro lado, a ausência de monitoramento técnico regular torna a piscina um ambiente propício à proliferação de microrganismos e a alterações físico-químicas que podem afetar a saúde dos banhistas.
Nesse contexto, é importante realizar, de forma periódica, análises laboratoriais com métodos validados e equipamentos devidamente calibrados de forma a conseguir:
- detectar precocemente possíveis contaminações microbiológicas;
- verificar a eficiência do tratamento utilizado;
- amparar decisões técnicas corretas para a manutenção ou alteração de produtos e equipamentos utilizados no tratamento;
- oferecer resultados rastreáveis e tecnicamente válidos para órgãos de vigilância ou fiscalização.
Para garantir segurança e conformidade, é essencial o monitoramento de alguns parâmetros físico-químicos e microbiológicos das águas. Dentre os quais:
- pH: influencia diretamente a eficiência da desinfecção e o conforto dos usuários. Valores típicos considerados adequados em águas de piscina variam entre 7,2 e 7,8, faixa na qual o cloro atua de forma mais eficiente e causa menos irritações aos olhos e pele;
- Cloro Residual Livre: principal desinfetante usado em piscinas e deve estar presente na água em níveis que garantam a eliminação de microrganismos. Quando bem dosado, impede a proliferação bacteriana e viral. Comumente recomenda-se concentrações entre 0,8 a 3,0 mg/L;
- Cor e Turbidez: indica a presença de contaminantes e partículas que podem conter microrganismos. Em elevadas concentrações, além de causar incomodo visual aos banhistas, também sinaliza falhas nas etapas de filtração ou excesso de matéria orgânica;
- Coliformes e Microrganismos Indicadores: presença de coliformes totais e, principalmente, de Escherichia Coli é um indicador clássico de contaminação fecal que pode ocasionar grave risco à saúde.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais podem exigir conformidade técnica com normas brasileiras e recomendações de boas práticas, especialmente em piscinas de uso coletivo, tais como de academias, clubes, hotéis, condomínios e espaços públicos.
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REFERÊNCIAS:
– RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 004/2022 DIVS/SUV/SES de 25/08/2022.